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Matéria 8016, publicada em 23/03/2009.


Revista Rastros sobe em conceito da Capes

Ariane Pereira


A revista Rastros do curso de Comunicação Social do Ielusc evoluiu e está agora no mesmo patamar de publicações como Verso e Reverso, da Unisinos, e Rebej, do Fórum de Professores de Jornalismo. Com o novo modelo do sistema de avaliação de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal do Nível Superior (Capes), a Rastros é Qualis B5. A hierarquia é A1 e A2 para revistas de alcance internacional, B1, B2, B3, B4 e B5 para as nacionais e, por fim, a categoria C. A Rastros se encaixa no conceito B5 porque cumpre com os critérios que exigem a existência mínima de três anos do periódico, corpo editorial composto por pesquisadores nacionais, registro no ISSN (International Standard Serial Number), colaboradores distribuídos equilibradamente entre a instituição de publicação e outras instituições nacionais e regras de publicação bem definidas.

Segundo Juciano Lacerda, jornalista que comandava a Rastros juntamente com as professoras Fernanda Guimarães Cruz e Maria Elisa Máximo, o salto de qualidade se deve ao maior número de pareceristas — pesquisadores que avaliam os textos a ser publicados na revista sem saberem o nome do autor — de fora do Ielusc. Outra coisa que ajudou a melhorar o posicionamento da revista foi o crescimento de artigos vindos de fora: 75% dos colaboradores da Rastros atualmente são de outras instituições que não o Ielusc. O número de textos publicados na revista originados da própria instituição não pode passar de 25%, e este é um critério exigido pela Capes. De acordo com Juciano, quanto mais artigos de fora a revista publica, mais sobe o conceito dela porque seu alcance passa a ser nacional.

Hoje, a revista conta com um intenso fluxo de artigos. Segundo Fernanda, no fechamento da 10ª edição, a publicação já tinha quase todo o material selecionado para a 12ª, que deve sair em junho. “Este fluxo aumenta a demanda por novos pareceristas”, afirma. “E isso acaba oxigenando o processo”. De acordo com Fernanda, já está em andamento a reformulação do projeto gráfico da Rastros. “A revista é científica e precisa ter essa identidade”, diz a professora. As mudanças começaram pelo miolo do periódico: fim das colunas, mudança de papel, título, entretítulo, diminuição do tamanho da fonte e atenção às normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). O próximo passo será a reformulação da capa e do tamanho da revista.

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