Revi Bom Jesus/Ielusc

>>  Joinville - Sábado, 04 de dezembro de 2021 - 06h12min   <<


chamadas

Matéria 2607, publicada em 14/09/2006.


:Divulgação

Silnei Soares é o terceiro a assumir o cargo

Novo coordenador diz que núcleo de estudo irá se transformar em núcleo de pesquisa

Cláudia Morriesen

“Ainda não me acostumei a esse título”. É com uma expressão de embaraço que o professor Silnei Scharten Soares explica seus segundos de espanto quando revelo que meu interesse em entrevistá-lo é para uma matéria sobre o novo coordenador do Necom: ele. Esta quinta-feira, dia 14 de setembro, foi a primeira vez que o professor chegou como coordenador à sala sede do núcleo de estudos, assumindo o cargo deixado por Pedro Russi.

Professor do Ielusc desde 2000 e integrante da equipe do Necom desde 2003, Silnei é formado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Santa Maria e mestre em Comunicação e Informação pela UFRGS. Ele afirma não ter interesse em promover mudanças na estrutura do projeto, mas vai participar da adaptação pela qual passarão todos os núcleos de estudos da instituição, os quais terão uma nova política que visará um avanço nas pesquisas. Segundo o professor, o Necom está próximo dessa realização: deixar de ser um núcleo de estudos para tornar-se um núcleo de pesquisas.

Criado em 1998, o Necom (Núcleo de Estudos em Comunicação) tem como base a orientação e o desenvolvimento de pesquisas científicas no campo da Comunicação Social. Responsável pela produção da revista Rastros e por discussões abertas à comunidade acadêmica a partir de linhas de pesquisa, a equipe ainda é composta pelos professores Jacques Mick e Juciano Lacerda, além da estagiária Melanie Peter, aluna do 6º período de Jornalismo (a segunda estagiária, Djulia Justen, recebeu uma proposta de emprego e está em fase de negociação com a empresa). O novo coordenador acredita que esse espaço, além de qualificar o ensino na Instituição, oportuniza a atualização dos cursos de comunicação social para com as produções científicas. “Sem um núcleo de pesquisa, os cursos ficam muito voltados para o mercado, muito técnicos. Com o Necom, é possível alcançar os dois aspectos”, afirma.

800x600. ©2005 Agência Experimental de Jornalismo/Revi & Secord/Rede Bonja.